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Quem é esse Avô da Lua?
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- Poderia me esclarecer quem é esse Avô da Lua?

Creio que não pode ser definido. No entanto, vive em sintonia com o profundo, o escuro, o subterrâneo.

Acompanha as transformações e os processos de libertação em cada um de nós, e parece que se liberta ao mesmo tempo que ocorre o crescimento e mudança à sua volta. Costuma dizer que: “Apesar da vida recriar-se a todo momento, deixa para trás as velhas formas e padrões”. Assiste os processos de transformação, o fim de uma etapa e o início de outra. Neste sentido, ergue o dedo indicador e afirma: “A essência permanece, mas a estrutura se modifica”.

Refere-se constantemente ao arquétipo de vida e morte e do renascimento para novos ciclos. O ouroboros – a serpente que abocanha sua própria cauda – passa aquilo que só tem significado, e se torna profundo, à medida que se compreende o verdadeiro sentido e o valor contido nos ciclos e nas etapas da evolução.

Ele pode ser percebido no silêncio interior, no vazio, na solidão e na escuridão do nosso íntimo. Algumas vezes trabalham com a dor e o sofrimento e com os sentimentos vividos no isolamento.

Distante da freqüência do pensamento, vive no profundo, onde as palavras não possuem tanta força. Conversa com o eu superior de cada um de nós, a fonte que nos une ao universo e a toda criação.

Em um sonho, uma vez me disse que “O desenvolvimento da consciência é acompanhado de lutas e conflitos. No caminho para a iluminação enfrentamos dragões, demônios, gigantes, ogros e toda a sorte de monstros e entidades antes de conquistarmos a donzela e libertar o reino. Não é um caminho que possa ser explicado e só pode ser ilustrado através de símbolos e imagens.”

Nos mitos e contos, o rei deve morrer no outono e voltar à vida na primavera. O herói morre e é ressuscitado pela princesa ou por um animal mágico.

Estamos vinculados a experiências que abalam as estruturas da personalidade, trazendo novas oportunidades. Assimilamos o surgimento de novos níveis de percepção, além daquilo que a razão é capaz de compreender. Aprendemos a lidar com os limites, as resistências, os medos e as culpas! Lentamente, passo a passo, utilizamos nossos sentidos e, com isto, aprendemos a observar, sentir e tocar.

Toda vez que alguém lhe diz que percebeu o silêncio por trás dos sons, uma forte emoção se manifesta em seus olhos e, depois de alguns minutos, ele diz: “Você está começando a deixar o agonizante mundo mental, está se libertando da atividade mental, acordando do sono da ilusão e entrando na verdadeira existência.”

Creio que um pequeno e profundo ensinamento é capaz de criar uma noção um pouco mais profunda do Avô da Lua: “O objetivo final da existência não está no mundo das formas e surge quando finalmente transcendemos a mente.”