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Numa dessas noites de inverno...
Artigos - Experiências Extra-Sensoriais
Escrito por Arnaldo Correa Junior   
Finalmente adormeci!
Enquanto o corpo se entrega ao sono, minha consciência fica mais desperta. Sinto o organismo repousar e a alma expandir. Fico leve, cada vez mais leve e flutuo...

Liberdade! Não sei definir esta condição, só sei que cada vez que acontece, eu aproveito mais.
Estou aprendendo a lidar com estas experiências que, cada vez mais, trazem paz e profundidade.
A existência é muito diferente quando o corpo repousa e a alma desperta, as sensações são intensas e a percepção é muito mais rápida e profunda. Consciência!
Minha alma viaja no vazio e eu sempre me emociono.
Nas primeiras vezes tinha medo e ansiedade, mas, mesmo assim, sempre foi maravilhoso.
Ao mesmo tempo que tenho a impressão do corpo relaxado, sinto a consciência desperta e percebo minha existência de uma forma ampla e complexa.
Estou plenamente envolvido nesta atmosfera e meu coração agradece insistentemente por mais esta oportunidade. Gratidão, devoção!

Existir é maravilhoso e mais ainda é a vida em torno da própria existência. É como estar numa mata virgem, no mar, no alto de uma montanha. É tudo isto ao mesmo tempo e muito, muito mais. Obrigado!
Deus Pai eu te agradeço em toda a minha pequenez.
Eu te amo com toda minha ignorância! Plenitude!
Tenho a chance de despertar um pouco mais em cada uma destas experiências. Sempre volto sensibilizado e leve.
Nunca sei o que vai acontecer.
Qual será o “passeio” desta vez?
Estou viajando no vazio, no céu, no ar. Lembro-me do conto de Peter Pan.
Braços abertos mergulho no vazio. Paz!

Vejo uma praia de cima, a encosta, o mar e uma claridade diferente. O céu é alaranjado e muda a cor do mar. Vejo três garotos brincando. Sei que eles têm, aproximadamente, 11 anos. Me aproximo e tenho uma grata surpresa. Somos eu, meu irmão e meu primo!
Três garotos e uma pranchinha de surf, velha e pesada.
Muita alegria, diversão e descontração. Eles não podem me ver e eu posso me aproximar, chegar bem perto.
Cada um tem a sua vez com a pranchinha. Enquanto um está sentado sobre ela, os outros dois a seguram esperando ansiosamente pela onda que chega. Risos!
Num trabalho conjunto, a onda envolve a pranchinha e um deles vai no embalo rumo à areia da praia. O corpo magro, os olhos inocentes e uma expressão de intensa euforia.
O esforço para permanecer de pé. O prazer da conquista, de superar limites.
Juntos, verdadeiros amigos, inocência, alegria e muita euforia.
Um momento eternizado dentro de cada um de nós. Uma situação que nos fez crescer um pouco mais, que nos uniu um pouco mais, algo que fez com que entendêssemos o sentido de tudo e registrássemos na consciência.
A percepção do que é realmente importante, daquilo que representa o sentido da existência.
Esta cena, um fragmento de um filme feito por nós e que se repete no “astral” incessantemente. Este é o nosso filme e existem infinitos outros em exibição e acessíveis a qualquer pessoa, basta repousar, abrir a consciência e deixar o universo nos envolver.

A vida na terra imita a vida “espiritual”. Nela, as experiências estão registradas como num computador, com a diferença de ser muito, muito mais complexo. Na verdade, incomparável.
Não existe o passado, tudo é uma coisa só. Quando sou levado a rever esta cena percebo que a emoção está intacta, viva e eternizada e que posso “acessar” todo e qualquer registro, porque nada se perde.

“O caminho se faz ao se cumprirem etapas de um trabalhoso percurso. Mas, tocado pela graça, serás por fim elevado. Conta com a sabedoria e com a misericórdia da infinita fonte de amor que nutre a todos”.
(Caminho sem sombras – Trigueirinho)